Setembro…

Setembro é para a maioria de nós um mês de recomeço, um mês de recomeçar o trabalho, as aulas, de procurar novos desafios, de rever os existentes de organizar a agenda e de melhoria dos desafios. Também é verdade que muitos de nós regressam a Setembro com um desânimo generalizado por regressar ao trabalho, por regressar ás rotinas e com aquela sensação de que tudo vai continuar na mesma, tão igual ao antes. Mas a minha questão, o que fazemos literalmente com isso? Na maioria das vezes NADA, apenas uma sensação de negativismo, pessimismo, vitimização que se apodera de nós deixando-nos num estado de letargia e de desânimo o qual na maioria das vezes nos habituamos e passamos a chamar de “Amigo”, passou a frequentar a nossa casa a nossa mente e dessa forma tomou conta de nós. Mas se fosse algo produtivo, que nos fizesse evoluir diria que até faria sentido ter-se apoderado de nós mas na verdade é algo que nos vai corroendo, tirando o ânimo a energia vital e a questão é mas porquê? Porque fazes isso a ti proprio(a)? E tu provavelmente respondes: » “Eu gostava de mudar de emprego, não sou feliz onde estou.” Mas já tentaste, já te desafiaste? » “Mas tenho contas para pagar, medo de arriscar, …” Ok é uma verdade mas se não o fizeres nunca saberás, NUNCA. Vamos por partes imagina que não te sentes preparada(o) para esse salto precisas ganhar força energia, e então o que estás a fazer?) » “Bem na verdade, nada, limito-me a ficar triste  e decepcionada(o) comigo e a por vezes “invejar” a coragem dos outros.” Mas sabes, a coragem trabalha-se, parece um cliché mas começa por pequenos passos. Porque não te inscreves num workshop de desenvolvimento pessoal, descobrir coisas novas sobre ti e sobre os outros, porque não começas a ler livros que elevem a tua moral, porque não vais fazer aquele curso de croché, de pintura que à tanto tempo andas a adiar vais de certo conhecer pessoas novas que estão ou já estiveram no teu processo e quem sabe dar-te o animo e o incentivo. Mas espera, quase consigo adivinhar as mil e uma desculpas que vais arranjar: » “Os cursos são caros.” Tens hoje em dia dezenas de ofertas a baixo preço e alguns inclusive de valor zero. » “Tenho filhos e não tenho com quem deixá-los” Então inclui-os e leva-os contigo todos sairão a ganhar. Eles e Tu, sem dúvida. » “Não tenho carro” Questiona as pessoas do curso da actividade se existe alguém da tua zona com quem possas combinar. » “O horário normalmente interfere com os dias de família de descanso” Ok, mas afinal que queres tu? Uma mãe e um pai em autodescoberta felizes pelo reencontro consigo ou manteres essa frustração e letargia? Desafia-te a sair apenas do teu lugar neste momento, ele já não te serve e enquanto não deres aquele passo ao lado como saberás o que está de fora do circulo? A questão não é fazer grandes mudanças, dar passos de gigante, a questão é quando deres um passo, por pequeno que seja, sairás dessa zona de conforto que criaste esse mundo de desculpas sem fim que não te levarão a lado nenhum a não ser a uma vida finita de desculpas inclusive que tu irás arranjar fielmente para justificar o porque de seres infeliz. Mas mesmo assim porque alguns de Vós dirão “falar é fácil”, desafio-te a mandares-me a tua dificuldade e tenho a certeza a 100% que encontraremos em conjunto a soluação. Aceitas? Abraço e até já. Encontramo-nos na tua ReDescoberta.

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